Monday, October 21, 2019


Promoção Dragon Age

PROMOÇÃO ENCERRADA … … … Olá insones, Para comemorar a chegada de 2011, o Universo Insônia e a Jambô Editora…

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By Castrinho , in Promoções RPG Splash , at 3 de janeiro de 2011

PROMOÇÃO ENCERRADA

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Olá insones,

Para comemorar a chegada de 2011, o Universo Insônia e a Jambô Editora trazem uma super promoção para o leitores do site … vamos sortear uma caixa básica do rpg DRAGON AGE! É isso mesmo, você não leu errado, um dos RPGs mais comentados dos últimos tempos pode ser seu.

http://universoinsonia.com.br/img_in/da_g.jpg

E para concorrer a esse fantástico mundo de aventuras você deve:

– Criar uma pequena situação de jogo, ou seja, descrever uma luta, uma cena, uma aventura, qualquer situação que poderia perfeitamente estar presente em uma sessão de Dragon Age e publicá-la nos comentários deste post. Essa situação pode ser engraçada, séria, trazer suspense, ser impossível, o que for, mas tem que ser criativa e interessante;

– Seguir o Universo Insônia publicamente (para isso basta clicar no botão “Participar deste site” que se encontra na coluna ao lado);

– Residir em território nacional;

O criador da melhor situação de jogo leva Dragon Age pra casa.

A promoção é válida de 03 de janeiro de 2011 até o dia 07 de fevereiro de 2011 às 23h59min. O resultado da promoção será divulgado no dia 09 de fevereiro, aqui mesmo no Universo Insônia.

*Atenção, todas as respostas devem ser publicadas nos comentários DESTE POST. Não serão aceitas, em hipótese nenhuma, respostas enviadas por e-mail, twitter ou qualquer outro canal, apenas COMENTÁRIOS NESTE POST.

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http://universoinsonia.com.br/img_in/da_3.jpg

Sobre Dragon Age

Uma nova era de aventuras!

O último Flagelo devastou o mundo de Thedas há centenas de anos. Muitos acreditam que isso nunca mais vá acontecer, que a Era do Dragão irá terminar sem que esse mal se erga de novo. Eles estão errados. No subterrâneo, as crias das trevas se movem, trazendo consigo um novo Flagelo, que cobrirá as terras de escuridão. Agora, os reinos de Thedas precisam de uma nova geração de heróis — mas quem responderá ao chamado?

Bem-vindo a Dragon Age RPG, um jogo para 2 a 6 jogadores a partir dos 14 anos. Em Dragon Age RPG, você e seus amigos assumem os papéis de guerreiros, magos e ladinos no mundo de Thedas e tentam conquistar a glória, vencendo desafios emocionantes e inimigos sinistros. Baseado em Dragon Age: Origins, o jogo eletrônico que foi sucesso no mundo todo, Dragon Age RPG traz a emoção deste mundo de fantasia à sua mesa. Este é um jogo para quem tem ousadia e coragem, em que você decide os rumos da história e a sua imaginação guia as aventuras.

A caixa de Dragon Age RPG contém tudo de que você precisa para jogar:

• Um Guia do Jogador de 64 páginas, com uma introdução aos RPGs de mesa, a história do mundo de Thedas e do reino de Ferelden, um guia completo para criação de personagens e todas as instruções do jogo.
• Um Guia do Mestre de 64 páginas, com uma introdução a este papel fundamental, conselhos sobre como criar e conduzir suas histórias e uma aventura introdutória que mergulha os jogadores no mundo de Dragon Age.
• Um belo pôster com o mapa do reino de Ferelden, o cenário de Dragon Age.
• 3 dados de seis faces.

Dragon Age RPG é a introdução ideal aos RPGs de mesa. As regras são simples e divertidas, com um inovador sistema de façanhas que aumenta a tensão e a emoção em combate. Então reúna seus amigos, pegue alguns dados e prepare-se para entrar em um mundo de heróis e vilões, cavaleiros e monstros, deuses e demônios… O mundo de Dragon Age!

http://universoinsonia.com.br/img_in/da_2.jpg

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http://universoinsonia.com.br/img_in/logo_jamboed.png

http://www.jamboeditora.com.br

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Comments


  • O teixo se incendiou até que as cinzas virassem ossos calcinados. As raízes, elas pulsaram com o veio das águas e as pernas de um bruxo brotaram do fino ar. Ele olhou para o sol e desejou devorá-lo. Jogou-se do precipício e sentiu seu corpo inteiro queimar. Abruptamente surgiu um longo par de asas escamosas no lugar dos braços. O dragão devorou o ar das altitudes e foi molhado pelas nuvens. As asas se transformaram em gotas de chuva, que foram açoitadas pela tempestade. As lágrimas do céu fizeram com que os rios transbordassem com o martelo em seus dedos. Nunca conseguiu alcançar o sol, mas brilhou muito mais do que centenas e centenas de estrelas. Nesse dia, o sol se libertou das correntes que o prendiam lá em cima, no firmamento, para virar um teixo como da primeira vez.

  • Duas baixas, e subindo.

    Já estávamos sem como manter-nos vivos. O inimigo, oculto pelas sombras, sombrio pela natureza, ameaça ainda mais nossas agora tão frágeis vidas com seus golpes devastadores. Restara eu, apenas um guerreiro honrado em busca da paz de Felderen, e o mago, que nessas horas de perigo não se torna tão eficaz assim. Dois de nossos amigos jaziam desacordados, e o medo da morte nos assolava.

    Mas do que temer? A morte? Ela sempre esteve presente. Não seria agora que o medo iria me alcançar. Enquanto incitava minha força de vontade, o mago fora atingido com um golpe que o arremessou a uns 10 metros. Vi ali a chance do combate. Cerrei as mãos no punho da espada. Dei o primeiro passo. A criatura se voltou para mim, e corremos na direção um do outro. Gritei, não de dor, mas pelo fato de que talvez essa fosse a última vez em que eu usaria minha força para o bem!

  • Após o Grupo pedir reforço para seu aliado Gray Warden e combinar um plano de ataque contra o flagelo…

    No dia de colocarem o plano em prática o grupo descobre que o seu aliado Gray Warden tinha se tornado o próprio Flagelo!

  • – Como assim não posso ficar com a Morgana? eu sempre fico com ela quando jogo Dragon Age no Xbox!!!

    – sim, mas você é uma elfa e não um elfo!

  • “Os corredores negros próximos da fortaleza anã estavam devastados com as lutas seguidas contra a Blight. Morte, sangue e destruição. Nossos três aventureiros enviados para cumprir seu pacto com um poderoso dragão deveria ser cumprido. Um artefato capaz de liberta-lo de uma poderosa maldição. Após três dias viajando, és que grupo se aproxima de majestosas ruinas no subterrâneo anão.

    Guerreiro: Otimo! Darkspawn para cortar!

    Rapidamente girando seu grande machado, por dentro do elmo o guerreiro exibia seus dentes trincados em uma risada profâna.

    Maga: Isto é tudo que você pensa? Existem outras coisas no mundo, sabia?

    Seus olhos frios e traços delicados a faziam diferente dos outros dois trancados naquelas passagens subterrâneas.

    Ladino: Claro, como dinheiro! E mulheres.

    O pequeno anão olhava diretamente para as costas da maga, que se virou um tanto irritadisse e caminho a frente. Dos portões do local, uma explosão causou caos, seguido por uma cena horripilante. Havia muitos humanos multilados e por ultimo, uma criatura exótica, de chifres e pele azul. Seus olhos reluzentes vermelhos observavam diretamente aos Grey Wardens à sua frente.

    Guerreiro: Ah, droga! Uma nova versão de Darkspawn? Você é um DARKSPAWN, monstro? – Disse o guerreiro, erguendo sua espada.

    Maga: Não, Grey Warden. É um demônio do… – Logo, a maga foi interrompida pelo ladino que retirou suas duas adagas.

    Ladino: Tanto faz, você tem um tesouro para pilhar? – Seus olhos já brilharam, mas logos foram interrompido pela voz sedutora da criatura.

    Devil: Não, eu sou um demônio enviado para causar Caos e destruição. Eu mataria tudo e todos, até mesmo Darkspawns e Blight! Principalmente para sobreviver…

    A maga girou seu cajado. O ladino preparou-se para seus ataques. O guerreiro guardou seu machado e aproximou-se da jovem.

    Guerreiro: Entendo. Você não viu nenhum Darkspawn por aqui não? Estou procurando monstros para matar. Até achar monstros hoje em dia tá dificil, com esses montes de aventureiros… como vou sustentar minha família assim?

  • Entraria em uma taverna carregando meu dente de dragão da sorte, alardeando o quanto foi fácil matar o dragão vermelho que a anos assolava a região enquanto meus companheiros passam sorrateiramente por trás dos guardas, conseguindo assim uma fuga perfeita!

  • Minha historia acabou ficando romantica demais, mas fazer o que eu nao consigo ser diferente, nao conheco muito deste jogo, mas tentei, e espero que isso baste.

    Adorei a ideia do Universo Insonia nas promos e estou participando de todas, vamos ver se tenho um minimo de criatividade.

    Minha historinha eh:

    “Uma luta pode ser tudo menos engraçada, isso é o que pensa o oponente que encontra-se caído no chão, observando com desprezo aquele que pode a qualquer momento desferir sobre ele seu ultimo golpe, ou como poderia se gabar o golpe de mestre, o que determinaria sem sombra de duvidas sua glória, se é que pode se nomear a falta de ideal e o puro prazer em vencer uma luta senão um sentimento de conquista a qual tentei sem muitas chances destruir e abolir destas terras. Felizmente, não só de punhos se faz um homem poderoso e este jamais será meu ultimo suspiro. Tenho tempo para brincar, para rir mentalmente e ainda pensar e conversar com meus devaneios sem muito me importar com aquele que grita e rosna sem parar a minha frente, uma verdadeira lastima que tenha de matá-lo sem muita e nenhuma piedade, somente com a forca do pensamento e de anos e anos de pratica e vivencia algo tão complexo aquela mente diminuta quanto a minha sofreguidão. Um segundo, ele fecha os olhos e ressona como um monte de carne esparramada e abandonada ao vento, não há sombras e nem lagrimas, esta terminado. “

  • Ele me ensinou tudo que sei: lutar com coragem; morrer com honra.
    Hoje é um bom dia. Estamos lado a lado, nossas espadas brandem com força e vontade, a lua cheia banha de prata nossas armaduras e os gritos de horror dos inimigos ecoa pelo descampado. Hoje, realmente, é um bom dia.

  • Ele girou nos calcanhares e tombou ao meu lado. Eu gritei. Aquilo parecia impossível. Tinha que ser um pesadelo. A flecha ornada com penas negras e carregada com ódio, magias abissais e vingança voou pelo céu como uma águia para cair em cheio sobre o seu coração.
    Ele me ensinou tudo que sei: lutar com coragem, morrer com honra. Hoje era um bom dia. Estávamos lado a lado, nossas espadas brandiam com força e vontade, a lua cheia banhava de prata nossas armaduras e os gritos de terror dos inimigos ecoava pelo descampado. Hoje, realmente, era um bom dia. Bom dia para morrer.

  • Ele era um desses tipos com cara fechada e olhar de patife. Mas tinha um bom coração – embora nunca fosse admitir a ninguém. No entanto eu o conhecia há vários anos e sabia que por baixo de todo aquele jeitão sério e introspectivo havia um sujeito que nunca dizia não a uma donzela em perigo. Fosse este uma barata ou dragão, pouco importava.

  • Entrou no recinto tão ansioso quanto os soldados, mas não estava procurando por bebida ou mulheres. Seus olhos percorriam toda a extensão da taverna procurando algo ou alguém com grande urgência e expectativa. Deu passos incertos misturando-se à multidão embriagada e barulhenta. O choro e as lágrimas pareciam que iam saltar novamente numa explosão de dor e desespero. Eu tentei falar e pedir para ajudá-lo, mas ele me fez calar com um gesto de mãos. Prosseguiu em sua busca. Eu também olhava para todos os lados num ato reflexivo de ajudá-lo, mas como eu poderia encontrar algo que eu nem sabia o que era?

    Uma explosão de risos e vaias acima dos sons que preenchiam o salão chamou minha atenção. Aparentemente um grupo de jovens mal educados divertia-se à custa de um anão visivelmente bêbado. Pelo que pude ver um dos rapazes havia entornado uma caneca de cerveja sobre a cabeça do anão e agora desferia piadas e impropérios contra o miserável. Apesar de muito musculoso, como é comum entre os membros dessa raça, o anão parecia fraco e abatido. Seus olhos sem brilho ou vida. Estava alheio às gozações das quais era o alvo e continuava gemendo por mais um gole de bebida. Nesse momento um dos garotos deu-lhe uma grande bofetada. O anão rodopiou e caiu de cara na poça de cerveja que havia no chão. Isso pareceu divertir os jovens e animá-los a socar e chutar o moribundo. Eu estava para meter-me no caso e dar uma lição de boas maneiras àqueles arruaceiros, mas para minha surpresa, com um grito que pareceu brotar das centenas de campos de batalha pelos quais passou, o barão saltou à frente do anão e com o lado da sua espada desferia golpes terríveis e dolorosos sobre o bando. O seu olhar e sua força naquele momento não eram os do nobre velho e cansado com o qual eu convivia. Ali estava o perigoso e feroz Raiar, o Filho do Trovão, o Flagelo dos Demônios, o Guardião do Vale. A glória e o poder voltaram ao braço do velho guerreiro e por poucos instantes eu pude ver sua majestade. Minha admiração cresceu e passei a respeitar o velho barão não por pena e cuidado, mas por causa de um temor reverente que se instalou no meu peito desde aquele dia.

  • O grupo do Gray Warden Tiberius já estava cansado e abatido após uma emboscada de um grupo de darkspawn ao seu acampamento três dias atráz. Seus cavalos fugiram assustados levando todas suas rações e água. A maga elfa Awïn, a única com um pouco de energía o suficiente e bom humor, insistia em perturbar com suas magías de gelo o anão guerreiro Glin, que se segurava para não parti-la ao meio com seu machado enquanto nevava em sua cabeça. A grande cidade de Denerin estava a apenas um dia de viagem prometendo comida e estalagem para todos, quando aconteceu … Uma runa de paralizia apareceu bem embaixo de Tiberius, deixando-o imóvel e ao mesmo tempo um grupo de 6 darkspawn surgiu da floresta. Glin vendo seu líder paralizado, pensou rápido e partiu para cima de seus inimigos tentando desesperadamente desviar a atenção de todos para ele, pois Tiberius seria um alvo muito fácil em meio a batalha. Awïn ainda surpresa, correu em socorro de seu companheiro anão em meio a floresta fechada. Só alguns minutos se passaram, mas para Tiberius pareceram horas, enquanto ouvia o tinir de espadas, explosões, gritos nervosos e urros em meio a floresta. Quando o efeito da runa se dissipou, ele correu em direção a floresta com suas adagas a mão o mais veloz que pôde. Já não havia barulho de batalha, mas conseguiu ouvir um choro não muito distante dali. Passou por dois corpos das criaturas que o haviam atacado e ao chegar a uma pequena clareira pôde de mais cinco. Glin, o anão estava entre um desses corpos, a elfa Awïn estava chorando ajoelhada ao seu lado murmurando coisas como “se eu tivesse mais poder…” ou “eu sou muito fraca…”. O Gray Warden sentindo um misto de ódio e frustração, caiu de joelhos também ao lado do corpo inerte. Eles o velaram e o enterraram alí mesmo, fazendo um pequeno túmulo com pedras empilhadas e alí fizeram um juramento. Eles iriam consegui ajuda dos elfos Dalish, do Circlo Mágico e dos anões da terra natal de Glin, Orzammar e acabariam com a Blight e o Archdemon ou morreriam tentando. Alí naquela clareira, vários meses após, com o fim da guerra, foi erguido um memorial com sua estátua com uma placa com os seguintes dizeres “AQUI JÁZ GLIN STONEHEART – HERÓI VALENTE E AMIGO FIÉL”. Alguns bardos contam ao final de suas canções sobre esta batalha, que algumas vezes foi vista a estátua de Glin coberta de neve mesmo duranteo verão.

  • Olhávamos em silêncio para a destruição ao nosso redor. Corpos, dezenas deles, talvez centenas. Mulheres e crianças entre eles, a maioria na verdade.
    Nenhuma maldição ou castigo seria suficiente para punir os responsáveis por tamanho flagelo. Mas nós éramos os responsáveis, cada um de nós que abandonou seus entes queridos à própria sorte, para sofrerem um destino pior que a morte nas mãos dos nossos inimigos… Nós pagaremos por nossos crimes, mas eles… muito mais do que nós. Pois quando os encontrarmos amaldiçoarão a força monstruosa que lhes deu vida apenas para sofrerem sob o peso esmagador da nossa vingança e do nosso ódio. E depois que livrarmos o mundo desses demônios, partiremos felizes rumo ao Abismo preparado para nós.

  • Em uma taberna ao norte do vilarejo, se encontrava um homem caucasiano que trazia na pele a marca de inúmeras batalhas, marcas estas iluminadas apenas pelo luar que atravessava a janela de vitrais da taberna. Preso ao seu cinto, pequenos suvenirs, lembranças das andanças ao longo dos anos que vagou pelo reino de Felderen. Enquanto bebia, o que seria seu último gole daquela noite, percebeu ao fundo uma agitação incomum pelo avançado da hora. Como hábil caçador, aguçou a audição e logo identificou do que se tratava a conversa. Alguns homens do próprio vilarejo agitavam-se como que se brindassem algo importantíssimo. E não deixava de ser verdade, estava se espalhando o rumor que o feiticeiro Walmin Gull e a sua Escória dos Amaldiçoados, haviam sido derrotados em batalha dentro da sua própria fortaleza pela Ordem dos Cavaleiros Margorynn.
    Este feiticeiro era conhecido pelas suas constantes investidas ao reino, sua tirania, infâmia e perversidade eram de fato uma constante. Digamos que era um espinho na carne dos habitantes, além do mais que a sua Escória dos Amaldiçoados não levava este nome à toa. Eram seres repulsivos, insaciáveis e obstinados a um propósito, sangue e sofrimento. Realmente, eles eram cruéis e sabiam que não havia perdão para falhas, ou cumpriam seu objetivo, ou morriam tentando. O tal mago ainda possuía o estranho habito de “colecionar” espécimes humanos obtidos em suas pilhagens, para aperfeiçoar sua magia. Há quem diga, que é a partir daí que surgiu a sua Escória particular.
    Em um primeiro momento, esta notícia não o influenciava diretamente, ouvira falar muito do tal feiticeiro, mas nunca cruzou o seu caminho. O homem se levantou e foi se recolher aos estábulos, pois o burburinho aumentava constantemente e ao sair para a rua notou os lampejos dos fogos em todo o vale, realmente a figura do feiticeiro o inquietou, pois muitas eram as lendas que ouvira durante as suas andanças.
    Naquela noite, algo lhe surrupiou o sono. Subitamente, dentre as inúmeras lendas, uma fixou a sua mente. Sempre ouviu falar da grande riqueza que escondia o feiticeiro Walmin Gull, afinal nômades errantes, mercenários, ladrões, necromantes e até mesmo orcs que o procuravam, sempre barganhavam para ter algo em troca, normalmente ouro, prata, jóias ou artefatos místicos. A exceção dos trolls que eram facilmente sub julgados.
    Se algo o deixou inquieto, com certeza foram as riquezas deixadas para traz. Efetivamente, havia algo na fortaleza e que o deixava ainda mais curioso já que a Ordem dos Cavaleiros Margorynn era milenar, dizia ser mais antiga até que o próprio tempo. E um fato a ser levando em conta, pilhagens ou despojos de guerra não fazia parte do dogma da Ordem. A idéia de um possível despojo de guerra ao leu, realmente o incomodou. Astuto, montou em seu cavalo e partiu ainda naquela noite para o local da fortaleza do mago. Seu mapa era seu aguçado instinto, e a grande coluna de fumaça que se levantava a noroeste. Este sinal somente era visível graças a protuberante lua cheia que advinha do céu, e demonstrava que grande fora a batalha naquele local. A medida que ia se aproximando, percebeu que o odor de carne queimada misturada a decomposição lhe mostrava que estava chegando ao local.
    Ao chegar ao local, via grande fumaça saindo das aberturas da fortaleza encravada na terra. Não houve dificuldades em traspassar os portais da fortaleza, os corpos tombados ao longo do caminho indicavam que não havia sobreviventes. Seguindo o rastro dos corpos, foi se guiando pela escuridão já que a media que os corpos mais bem armados iam aparecendo indicavam o caminho para o local onde o mago se escondia e que havia se tornado seu túmulo. Grunhidos ao fundo, já indicavam que havia cometido o equívoco de pressupor que não estava só. Contudo, focado na ganância pelas riquezas que o aguardavam ignorou seus instintos e continuou a se aprofundar na fortaleza. Subitamente, chegou a um salão imenso e bem iluminado, diferente do resto que caminho que percorrera. Ornado com colunas e estátuas, trazia nestes as marcas da feroz batalha, marcas de aço, fogo… sentia o odor de magia no ar. Ao fundo um trono onde jazia um corpo sobre ele. Não conseguia definir que era, mas ao se aproximar vi que só poderia se tratar dele, Walmin Gull, com uma espada cravada em seu peito, um líquido negro, viscoso escorria pela espada. Realmente, o terrível mago pereceu, provavelmente em sua própria arrogância. Mas nada mais restava no local, nada de ouro, adornos ou algo de valor em uma rápida olhada. Pensou que deveria iniciar a busca por uma câmara secreta onde poderiam estar as tais riquezas. Mas subitamente, algo com um brilho vermelho surgiu da mão esquerda do mago, era um anel no dedo mínimo que pulsava como se fosse um coração. Rapidamente, o cavaleiro puxou uma pequena tenaz e retirou o anel sem dificuldades. Era um artefato interessante, uma jóia muito bem lapidada, e muito pesada, devia ser de ouro puro e a jóia era encravada no anel, como se ambos fossem uma peça só. Contudo, ao retirar o anel, o corpo sem vida do mago, colocou o anel no dedo e por instantes contemplou o que seria o início de uma grande fortuna. Mas percebeu que o corpo do mago começou a se deteriorar até que sobrasse somente a espada encravada no trono. O corpo todo apodreceu, deixando somente um esqueleto. Uma nova luz vermelha surgiu da ala leste do salão, emitindo um som de uma porta que a tempos não se abria. Ao investigar, observou que outro salão surgira entre duas estátuas e o brilho não era mais vermelho e sim dourado. Por um golpe de sorte, encontrara a sala dos tesouros do mago. Novamente, ignorando seus instintos, adentrou no salão. Mas, somente consegui dar dois passos até que subitamente um vento forte o arrastou para fora do salão, a porta se fechou e uma nuvem esverdeada o encobriu como se o fosse sufocar. Por fim caiu de joelhos e tombou, ao fundo viu um esqueleto em pé, carregando uma espada quebrada e emitindo um ruído que se assemelhava a uma risada. Não conseguia entender o que estava acontecendo, não sabia distinguir se estava delirando ou o que lhe havia atingido, somente via aquele esqueleto balbuciando palavras que não entendia. Subitamente, uma voz lhe veio a mente e esta voz condizia com os gestos que o esqueleto fazia. A nuvem esverdeada se dissipou, e com dificuldade se ergueu e tomou condição de combate puxando da espada que trazia ao cinto. Contudo, a voz em sua cabeça ressoava com um sino, e rasgava-lhe as entranhas como unhas afiadas, a dor era quase que insuportável. Das palavras proferidas, as únicas que foram entendíveis eram: tolo, apodreceras dentro destas ruínas… e por fim o esqueleto fez um gesto e a voz pronunciou – putrefactum. Nisso o cavaleiro caiu de joelhos, e desfaleceu.
    Passados algumas horas, ou dias, pois a noção do tempo havia se perdido. O cavaleiro se encontrou sentado no trono do mago, um silêncio macabro envolvia o lugar. Não entendia o que havia ocorrido, pensou que poderia ter sido um sonho. Mas, a marca da espada que estava encravada no trono e o anel no dedo mínimo diziam o contrário. Ao olhar melhor para suas mãos percebeu algo errado, em alguns dedos faltavam as pontas, e as unhas estavam escuras, um odor de carne em decomposição exalava das suas roupas. O pesadelo estava só começando, a magia lançada no cavaleiro era a mais cruel do feiticeiro Walmin Gul. Pelo visto o mago não teve tempo de utilizá-la nos cavaleiros que o enfrentaram em batalha. A magia causa a lenta decomposição do corpo humano, com a pessoa ainda viva. Primeiro a pele, depois órgãos, músculos, nervos… é tão cruel que faz com que a pessoa sobreviva e veja seus membros se desligarem do corpo a medida que os ligamentos são consumidos; vermes brotarem da pele, animais como chacais ou abutres atacarem sobre sua carne atraídos pelos odores fétidos da carne em decomposição. Os olhos secam, permitindo apenas que seja gerada uma imagem disforme e sem cor e a alma do enfeitiçado fica presa no aos osso, para tormento eterno.
    Sua única chance de sobreviver é embrenhar-se na fortaleza a procura da única coisa que pode reverter o processo, o Urkrinot. O Urkrinot é um elixir elaborado a partir do sangue de dois dragões milenares, extraídos durante o processo de decomposição das bestas-fera. Ele tem o poder de anular qualquer magia ou recuperar guerreiros de ferimentos mortais. O elixir deverá ser preparado, em um único frasco e utilizado logo em seguida, sozinho os compostos não têm efeito algum, mas quando misturados liberam uma grande energia.
    Os compostos estão escondidos em duas câmaras secretas, em algum lugar da fortaleza. Seu objetivo é encontrá-lo, sua meta é sobreviver pois além de estar apodrecendo a Escória dos Amaldiçoados continua a vagar pelo lugar, e estão sedentos… “das cinzas as cinzas, do pó ao pó”! Boa Sorte.

  • O Demônio da Floresta

    Caminhavam pela floresta três bravos aventureiros: Um anão guerreiro, Daggar; um humano ladino, Trevis; e Athon, mago elfo. Estavam em busca da bruxa da floresta. De acordo com o quê ficaram sabendo na Taverna da cidade próxima à floresta, havia uma feiticeira, ou demônio segundo algumas fontes, que atacava os viajantes quando estes menos esperavam.

    Já estava escurecendo e a visão diminuía.

    – Eu não estou vendo mais nada – reclamou o Anão.

    – Não desista agora meu pequeno grande amigo – disse Trevis – a recompensa pela cabeça dessa bruxa é muito boa. Prometo que lhe pago uma cerveja!

    – Já sei! – exclamou o elfo – usarei minha magia “Detectar Vida” e, mesmo na mais profunda escuridão, poderei enxergar possíveis inimigos.

    Athon gesticulou alguns movimentos no ar e proferiu palavras estranhas aos outros dois.

    – Ahhhhh!!! Meus olhos!!! – gritou – Estou cego!!!

    A magia “Detectar Vida” faz com que os seres vivos emitam um brilho. Ao soltar a magia no meio da floresta escura, até o menor inseto brilhava como o Sol.

    – Elfo idiota. – disse Daggar.

    Todo o escândalo feito por Athon chamou a atenção da bruxa.

    – Ora, ora. Mas o que temos aqui? Três pobres franguinhos perto do covil da raposa?

    – É a Bruxa!!! – gritou o Anão.

    Ela era um demônio, na realidade.
    Trevis corre atrás dela. Daggar ataca com seu poderoso machado em um golpe de cima para baixo. O mago se levanta.

    Ela solta um feitiço no mago, mas este resiste.

    Trevis tenta um ataque furtivo, mas erra. O anão a golpeia novamente e o mago lança um dardo mágico. O demônio morre.

    Apesar de estar nua, eles encontraram em seu corpo 50 moedas de ouro. Eis que:

    – Mãe! Eu to jogando aqui! Agora não dá! – gritou o Anão.

    – Ela é gostosa? Eu posso “comer” ela? – perguntou o Ladino.

    – A gente já passou de “level”? – questionou o Elfo.

    – Não! Você não vai “comer” ela! É o primeiro inimigo que vocês matam e vocês já querem passar de “level”? O Trevis nem acertou a demônio e…

    – Mas eu não tenho culpa de ter tirado três. Eu tentei cara…

    [Um pequeno silêncio]

    – Enfim, e quantas vezes eu vou ter que repetir pra vocês dizerem “OFF”!?

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